Mostrando postagens com marcador arte. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador arte. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 2 de julho de 2013

ALYSSA MONKS

Alyssa Monks nasceu em 1977 em Ridgewoods, Nova Jersey.
Iniciou ainda criança com pintura a óleo. Estudou arte nas escolas mais renomadas dos EUA e em Florença. Também lecionou em várias instituições nos EUA.


Alyssa usa filtros em suas imagens, como vidro, vinil, água e vapor, que distorcem as formas do corpo. Ela mesma diz que esses filtros permitem grandes áreas de desenho abstrato - ilhas de cor ativando as superfícies - enquanto formas humanas invadem a tela.
Em uma versão contemporânea dos tradicionais banhos femininos, os temas usados são contra o vidro, distorcendo seu próprio corpo, com um olhar masculinizado.
As cores são delicadas, as pinceladas são leves mas grossas, para poder imitar o vidro, a água, o vapor e a carne, que de longe parecem reais, como uma fotografia, e bem de perto dá para visualizar as tinta a óleo sobre a tela.
"Quando comecei a pintar o corpo humano, era obcecada para criar o máximo de realismo possível".
"Estou estudando a possibilidade e o potencial de representação, onde pintura e abstração se encontram - se ambos podem coexistir no mesmo momento".

Suas obras são disputadas para ocupar espaços em galerias de arte e exposições individuais pelo mundo.
Atualmente moda em Brooklyn em NY.

Obras de 2013
 Obras de 2012


Obras de 2011



Obras de 2010



Obras de 2009




Obras de 2008



Obras de 2007



Obras de 2006



Mais antigas



quarta-feira, 27 de março de 2013

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

LIA CHAIA

Lia Chaia vive e trabalha em São Paulo
Sua obra traz investigações de caráter poético sobre a fricção entre espaço urbano e natureza. Questões ligadas ao corpo também surgem com freqüência em seu trabalho. Muitos deles tendo o próprio corpo da artista como suporte, seja em fotos, vídeos ou intervenções performáticas. A artista vem expondo em várias cidades do mundo ao longo dos últimos anos.
Formada pela FAAP, em São Paulo, Lia Chaia começa a expor em 1999. Fez parte do Programa Rumos Artes Visuais, edição 2005/2006, do Instituto Itaú Cultural. Esteve na 10° Bienal de Istambul, em 2007. Ganhou a Bolsas Iberê Camargo /Bolsa para a Sala de Arte Publico Siqueiros e Galeria Garash – México, em 2005. Foi premiada com o Programa de Residência/ Artist In Residence Programme- Cité des Arts- Paris – França, em 2003. Texto retirado do site http://www.cultura.gov.br
Para conhecer todo o trabalho de Lia Chaia.




sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

ESCULTURAS DE JIM HODGES

Estava aqui navegando, e ví essas esculturas de Jim Hodges (1957), tituladas heARTbeat (batimentos cardíacos).
De uma qualidade física impressionante, as pedras se fundem com o metal, num brilho tão intenso, tão polido, que enche os olhos, faz o corpo parecer frágil e mole.
O reflexo é suntuoso mas ao mesmo tempo, introspectivo e silenciosamente grande.
Inspirado por uma recente viagem para a Índia, Hodges usou as cores e mudou nossa visão sobre simples pedras, usando nosso reflexo para uma releitura soobre "natureza".
Para saber mais Jim Hodges, também mais fotos na Gladstone Galery, ou Trend Tablet.





sexta-feira, 21 de outubro de 2011

ROY LICHTENSTEIN

Interrompeu seus estudos de Arte em conseqüência da Segunda Guerra Mundial. Lichtenstein ganhou a vida como desenhista, decorador de vitrines e professor de Arte. Buscando um estilo próprio, em 1956 realizou a litografia de uma nota de dólar que se tornou o protótipo da obra de arte pop. Influenciado por Jim Dine, Claes Oldenburg e George Segal, desenvolveu nos anos 60 a imagem que o tornou conhecido: motivos da publicidade e da sociedade de consumo, fazendo uma crítica irônica ao capitalismo. Um de seus temas preferidos foi a guerra, banalizada em sua obra. Imitando o trabalho coletivo do cartum, Lichtenstein usou a história em quadrinhos e o texto, simplificou os contornos e escolheu para superfícies azul, vermelho e amarelo. Suas criações mais importantes desse período são Takka, Takka (1962), Whaam (1963), a série Quando Abri Fogo (1964), O Beijo (1963) e M-maybe (1965). Na década de 70, recriou motivos e estilos inspirados na história da arte para forçar uma nova perspectiva. Um dos grandes clássicos da arte pop, foram dedicadas a ele muitas retrospectivas, como a do Museu de Arte Moderna de Nova York, em 1987, e a da Schirn-Kunsthalle de Frankfurt, na Alemanha.






Comecei este post dessa forma porque ache incrível esta maquinagem, uma jogada de marketing da MAC em 2009.
Inspirado pela obra de Lichtenstein, maquiadores obtiveram este resultado.







terça-feira, 2 de março de 2010

Esculturas de papel de Charles Clary

Charles faz essas esculturas em papel, formas bem orgânicas.
Para ver todo seu trabalho http://percusiveart.blogspot.com/
Seu último trabalho Infestação microbiana.


Desenhos para o show "Double Diddle Escapade".









Abaixo alguns de seus trabalhos de 2008 e 2007.










Tudo simplesmente incrível, súper trabalhoso.